Mesmo quem não se considera uma pessoa ligada em tecnologia tem visto crescer em casa um número de fios, baterias, cards de memória, aparelhos antigos. E quem nunca desenterrou um controle remoto de um aparelho que não existe mais que jogue a primeira pilha recarregável (que, provavelmente, já morreu há anos).

Eu já concentrava em duas gavetas tudo relacionado a eletrônicos e fotografia. A meta da triagem, além de tirar o supérfluo, era deixar tudo mais visível e mais fácil de pegar em uma viagem, uma saída fotográfica.

Fotografia

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Consegui concentrar em uma única gaveta o material de foto. Agora ficou bem mais fácil pegar uma câmera, o material de limpeza, o carregador correto. Caixinhas foram essenciais para deixar os objetos classificados e à mão.

Agora minha câmera principal mora com as coleguinhas pequenas: uma portátil que tem um zoom mara, que uso pra shows e outra pequena que tem uma lente super clara e grava em raw, que uso em viagens quando quero sair à noite sem levar um trambolhão.

Quem saiu da gaveta foi minha Olympus Trip 35. É a câmera que meus pais usavam pra me fotografar quando criança. Como não a uso mais, ela ficou bem mais feliz em exposição na minha estante.

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Eletrônicos em geral

Mais uma vez as caixinhas foram primordiais para organizar as coisas. Em uma delas, ficam os carregadores extras que uso em viagens, não gosto de ter um só pra não ficar na mão se esquecer o fio em uma viagem. Também aqui ficam as baterias extras e os adaptadores de tomada. Em uma segunda caixinha, outros adaptadores.

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Na terceira e quarta caixinhas ficam objetos relacionados a som: fones de ouvido, caixas portáteis e um iPod velhinho mas que ainda aguenta tocar por 3 horas. O estojo inicialmente era o usado pra levar coisas em viagens, agora guardo lembranças e coisas que precisam estar à mão, como ingressos de shows.